Desconfia de aplicativo espião no seu celular? Veja como descobrir e o que fazer
Revisado por Lucas Karam, advogado (OAB/BA 56.878), em .
Bateria que acaba rápido, internet que some antes do fim do mês e alguém que sabe de conversas que só estavam no seu celular podem ser sinais de aplicativo espião. Os primeiros passos são seus e não dependem de advogado: conferir o aparelho com calma, guardar as provas antes de remover qualquer coisa e, se você convive com quem pode ter instalado, pensar na sua segurança primeiro. Instalar aplicativo espião no celular de outra pessoa, sem autorização dela, pode ser crime de invasão de dispositivo informático (Código Penal, art. 154-A).
Tem medo de quem pode ter instalado? Não corra para remover: remover o aplicativo pode avisar quem vigia você. Em perigo, ligue 190. Se você é mulher, o Ligue 180 orienta 24 horas, todos os dias. Veja como agir com segurança
Resposta no mesmo dia útil, pela equipe do escritório, sob a responsabilidade do advogado Lucas Karam (OAB/BA 56.878). Atendimento online em todo o Brasil, com sigilo profissional. Prefere e-mail? Escreva para contato@lucaskaram.com.br.
O que é aplicativo espião e como ele chega ao seu celular
Aplicativo espião é um programa instalado escondido no celular para copiar o que você faz e mandar para outra pessoa: mensagens, fotos, localização, ligações e o que aparece na tela. Quem instala, na maioria das vezes, é alguém próximo: um parceiro, um ex, um familiar. Ele quer vigiar sem que você perceba.
- Alguém pegou o seu celularO caminho mais comum é o mais simples: quem convive com você sabe a senha do aparelho, pega o celular por alguns minutos e instala o aplicativo. Depois, ele fica escondido e manda tudo para a outra pessoa.
- Um link ou um arquivoUma mensagem com link, um "aplicativo de segurança" ou um arquivo enviado por alguém pode trazer o programa espião junto. É mais frequente no Android, que aceita aplicativos baixados fora da loja oficial.
- A conta, e não o aparelhoÀs vezes não há aplicativo nenhum. A pessoa sabe a senha da sua Conta do Google ou da sua Conta Apple e vê, de outro aparelho, as suas fotos, a sua localização e os seus backups.
- O celular já veio prontoUm celular dado de presente, ou configurado por outra pessoa, pode chegar com o espião instalado ou com a conta dela conectada.
Sinais de que pode haver um espião no seu celular
Nenhum sinal, sozinho, prova que há um espião. O que pesa é a soma: vários sinais ao mesmo tempo, e alguém que parece saber demais sobre a sua vida.
- Bateria que acaba rápidoO aparelho esquenta ou a bateria cai muito, mesmo parado. O espião trabalha o tempo todo para copiar e enviar os seus dados. Bateria velha também faz isso, por isso o sinal sozinho não prova nada.
- Consumo de dados fora do normalO plano de internet acaba antes do mês, sem você ter mudado o seu uso. Mandar fotos, áudios e conversas para outra pessoa gasta dados.
- Aplicativo que você não instalouUm ícone que você não reconhece, às vezes com nome genérico que parece parte do sistema, ou um aplicativo que some da tela inicial mas aparece na lista de aplicativos.
- Alguém sabe o que não deviaA pessoa comenta uma conversa, um lugar onde você esteve ou uma foto que só estava no seu celular. Esse costuma ser o sinal mais forte.
- Configurações que você não mudouProteções desligadas, um aplicativo com permissão de administrador do dispositivo ou um perfil de configuração no iPhone que você não lembra de ter aceitado.
- Avisos de acesso à sua contaE-mails ou alertas de login na sua Conta do Google ou na sua Conta Apple vindos de um aparelho que não é seu.
Como conferir o celular, passo a passo
Antes de começar, leia a parte sobre segurança. Olhar não muda nada no aparelho; apagar, desligar e remover, sim. Os nomes das telas mudam um pouco de um modelo para outro: se não achar uma opção, use a busca das configurações.
No Android
Abra as Configurações e entre em Aplicativos. Leia a lista inteira com calma e anote o que você não reconhece. Depois, busque nas configurações por "administrador": um aplicativo com permissão de administrador do dispositivo que você não conhece é sinal de alerta, porque essa permissão dificulta a remoção.
Abra também a Google Play Store, toque no ícone do perfil e entre em Play Protect. Segundo o Google, o Play Protect verifica aplicativos nocivos, inclusive os baixados fora da loja, e vem ativado por padrão. Se ele estiver desligado e você não lembra de ter desligado, desconfie.
No iPhone
Abra Ajustes > Geral > Gerenciamento de VPN e Dispositivo. Se aparecer um perfil de configuração que você não conhece, e o celular não é da escola nem da empresa, isso merece atenção: pela Apple, esses perfis podem dar acesso a dados e à localização do aparelho.
Em iPhones com iOS 16 ou posterior, a Apple oferece a Verificação de Segurança, em Ajustes > Privacidade e Segurança > Verificação de Segurança. Ela mostra com quem você compartilha a localização e outras informações, quais aparelhos estão conectados à sua Conta Apple e permite trocar a senha. Tem ainda um botão de Saída Rápida, que fecha os Ajustes na hora se alguém se aproximar.
Na sua conta, que vale para os dois
Muita vigilância não passa por aplicativo, e sim pela conta. Na Conta do Google, entre em Segurança e login, no painel Seus dispositivos, e toque em Gerenciar todos os dispositivos, como explica o Google. Na Conta Apple, abra Ajustes > [seu nome] e veja a lista de aparelhos. Um aparelho que não é seu na lista quer dizer que alguém entra na sua conta.
Se você convive com quem instalou ou tem medo dessa pessoa
Quem instala um espião costuma querer controle. Quando o espião para de funcionar, a pessoa pode perceber, e a Apple alerta que outras pessoas podem perceber as alterações que você faz no compartilhamento ou no acesso. Em situação de violência, remover o aplicativo de repente pode piorar o risco.
Por isso, a ordem muda. Primeiro, busque ajuda usando outro aparelho, que a pessoa não conhece: o celular de alguém de confiança ou um computador fora de casa. Depois, guarde as provas. Só então, com um plano, remova o espião e troque as senhas.
Em perigo imediato, ligue 190, da Polícia Militar. Se você é mulher, o Ligue 180, do Ministério das Mulheres, funciona 24 horas, todos os dias, orienta sobre os seus direitos e indica a rede de atendimento, como a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Além da ligação, tem atendimento por chat e por e-mail.
Vale o mesmo para falar com o escritório: se desconfia que o celular está sendo vigiado, mande a mensagem de outro aparelho.
Como guardar as provas antes de remover o espião
A prova de que havia um espião no seu celular está, em grande parte, no próprio celular. Se você limpar tudo antes, fica só a sua palavra. Veja também o guia sobre quando o print vale como prova.
-
Anote as datas
Faça uma lista, em ordem de datas, de cada vez que a pessoa mostrou saber de algo que só estava no seu celular: o que ela disse, quando e quem estava junto.
-
Fotografe com outro aparelho
Se puder, fotografe a tela do seu celular com outro aparelho: a lista de aplicativos, o aplicativo estranho, a permissão de administrador, o perfil de configuração e os alertas de login. O espião pode registrar o que você faz no próprio celular.
-
Guarde as mensagens da pessoa
Mensagens em que ela cita a sua localização, as suas conversas ou as suas fotos ajudam a mostrar que havia vigilância. Não apague nada.
-
Não formate ainda
Formatar o celular, ou restaurar as configurações de fábrica, costuma apagar o espião, mas apaga também a prova. Se o caso vai para a polícia ou para a Justiça, a perícia no aparelho pode ser importante.
-
Registre a prova em cartório
Para o que pode sumir, uma ata notarial feita em cartório descreve o que aparece na tela e dá mais força à prova. O custo segue a tabela de cada estado.
-
Registre o boletim de ocorrência
Leve as provas à delegacia, ou à Delegacia da Mulher, se for o caso, e diga que quer representar contra quem instalou. O prazo é contado do dia em que você descobre quem é o autor.
Como remover o espião e fechar as portas
Remover só o aplicativo não basta, se a pessoa ainda sabe as suas senhas. A ordem abaixo começa pelas contas, de outro aparelho, e termina no celular.
-
Troque as senhas de outro aparelho
Use um aparelho que a pessoa não conhece para trocar a senha da Conta do Google ou da Conta Apple, do e-mail, das redes sociais e do banco. Assim, a senha nova não passa pelo celular vigiado.
-
Ligue a verificação em duas etapas
Com a verificação em duas etapas, só a senha não basta para entrar na conta: é preciso também um código no seu aparelho. Confira se o número de telefone cadastrado é mesmo o seu.
-
Tire os aparelhos estranhos da conta
Na lista de dispositivos da Conta do Google ou da Conta Apple, saia de todo aparelho que não for seu. No WhatsApp, confira também os dispositivos conectados.
-
Remova o que não reconhece
Desinstale o aplicativo estranho e apague o perfil de configuração desconhecido. No Android, pode ser preciso tirar antes a permissão de administrador do dispositivo. Depois, atualize o sistema.
-
Se a dúvida continuar
Faça um backup só das fotos e dos contatos e restaure as configurações de fábrica. Depois, instale os aplicativos de novo pela loja oficial. Se preferir, procure uma assistência técnica de confiança ou a perícia da polícia.
O que diz a lei sobre quem instala aplicativo espião
- Invasão de dispositivo informáticoCódigo Penal, art. 154-A: invadir o celular de outra pessoa para obter dados sem autorização dela é crime, com reclusão de 1 a 4 anos e multa (redação da Lei 14.155/2021). Pelo § 3º, se a invasão dá acesso a comunicações eletrônicas privadas ou ao controle remoto não autorizado do aparelho, a pena é de reclusão de 2 a 5 anos e multa. Pelo § 1º, responde também quem vende ou distribui o programa feito para isso.
- Depende da vítimaCódigo Penal, art. 154-B: nesse crime, a investigação depende de representação da vítima, que é o pedido para que o autor seja processado. Por isso, diga no boletim de ocorrência que quer representar.
- PerseguiçãoCódigo Penal, art. 147-A: perseguir alguém de forma repetida, por qualquer meio, invadindo ou perturbando a sua esfera de liberdade ou privacidade. Vigiar o celular de outra pessoa pode entrar aqui. Pena de reclusão de 6 meses a 2 anos e multa, aumentada de metade se a vítima é mulher perseguida por razões da condição de sexo feminino (§ 1º, II).
- Violência psicológica contra a mulherCódigo Penal, art. 147-B: causar dano emocional à mulher para controlar as suas ações, comportamentos, crenças e decisões, entre outros meios por manipulação, isolamento ou chantagem. Pena de reclusão de 6 meses a 2 anos e multa, se a conduta não constitui crime mais grave.
Lei Maria da Penha
Quando quem vigia é marido, namorado, ex ou alguém da família, e a vítima é mulher, a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) também protege. O art. 7º, II, diz que a violência psicológica inclui a vigilância constante, a perseguição contumaz e a violação da intimidade da mulher. O juiz pode dar medidas protetivas de urgência a pedido da própria vítima (art. 19), mesmo sem boletim de ocorrência registrado (art. 19, § 5º). Uma delas é proibir o agressor de entrar em contato com a vítima, os familiares e as testemunhas por qualquer meio de comunicação (art. 22, III, "b").
Prazo para agir
A vítima tem 6 meses para representar, contados do dia em que descobre quem é o autor (Código Penal, art. 103). Nos crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher, o prazo é de 12 meses (art. 103, parágrafo único, na redação da Lei 15.438/2026). Se você já sabe quem instalou, não deixe para depois.
Celular da empresa e celular dos filhos
O celular dado pela empresa para o trabalho pode ter programas de controle instalados por ela, como o perfil de gerenciamento que a Apple descreve para aparelhos de escolas e empresas. Mesmo assim, pela LGPD, a empresa deve dar informações claras sobre o que faz com os seus dados (Lei 13.709/2018, art. 6º, VI). Se o programa está no seu celular pessoal e ninguém avisou, o caso é outro.
Com filhos menores de idade, a lei espera que os pais acompanhem, de forma aberta e com as ferramentas oficiais. Veja como no guia sobre monitorar o celular do filho sem invadir a privacidade dele.
Guias relacionados
- Além de vigiar, a pessoa persegue você?Mensagens insistentes, perfis novos depois do bloqueio, recados para a família: veja como agir contra o stalking e pedir proteção.
- Entraram no seu WhatsApp ou no seu Instagram?Se a invasão foi na conta, e não no aparelho, veja como recuperar o acesso e avisar os contatos.
- Ameaçam divulgar fotos íntimas?Se o espião copiou fotos íntimas e há ameaça de divulgação, veja como guardar as provas e pedir a retirada.
Como funciona o atendimento
Cada etapa depende da anterior. Nem todo caso passa por todas elas. Não há resultado garantido. Cada caso depende das provas.
-
Análise do caso
Conversa por um canal seguro, leitura das provas e da linha do tempo, para entender o risco e o prazo antes de qualquer passo.
-
Preservação das provas
Orientação sobre a ata notarial e a perícia no aparelho, para que a prova não se perca quando o espião for removido.
-
Representação e proteção
Acompanhamento da representação contra quem instalou e, quando cabível, pedido de medidas protetivas ao juiz.
-
Reparação
Quando houve dano, como divulgação de conversas ou de fotos, pedido de indenização contra o responsável.
Advogado responsável
Lucas Karam é advogado especialista em Direito Digital e membro da Comissão Especial de Direito Digital da OAB/BA. A atuação inclui a orientação de pessoas vigiadas pelo celular, perseguidas ou expostas na internet.
Coordena a pós-graduação Inteligência Artificial para Advogados na EBPOS, é coautor de livros sobre LGPD pela Saraiva Jur e membro da Comissão Especial de Direito Digital da OAB/BA.
- Inscrição
- OAB/BA 56.878
- Formação
- Direito (UCSAL), pós-graduação em Direito Digital e Compliance, MBA em Data Protection Officer (IESB) e Gestão de TI (Estácio)
- Certificações
- CIPM e CDPO/BR (IAPP), DPO (EXIN), Lead Implementer e Auditor Líder ISO/IEC 27701 (ABNT)
- Sigilo
- Sigilo profissional previsto no Estatuto da Advocacia e, nos processos que envolvem a intimidade, segredo de justiça
Outras entrevistas na imprensa
Entrevistas sobre exposição na internet, ameaças e a proteção de quem é vítima.
-
g1 DF
Foto vazada: exposição de aluna na internet
-
TV Record
O crime de ameaçar a divulgação de imagens íntimas aumenta na internet
-
CNJ
Entrevista como professor e advogado de Direito Digital
Perguntas frequentes
Como saber se tem aplicativo espião no meu celular?
Não existe um sinal único. Desconfie quando vários aparecem juntos: bateria e internet acabando rápido, aplicativo que você não instalou, configurações que você não mudou e, principalmente, alguém sabendo de conversas ou lugares que só estavam no seu celular. Confira a lista de aplicativos, a de aparelhos conectados à sua conta e, no Android, o Play Protect; no iPhone, os perfis de configuração e a Verificação de Segurança.
Dá para ter aplicativo espião no iPhone?
É mais difícil instalar programa espião no iPhone do que no Android, mas a vigilância pode vir por outros caminhos: a pessoa sabe a senha da sua Conta Apple e vê fotos, backups e localização, ou instalou um perfil de configuração. A Apple orienta revisar os perfis em Ajustes > Geral > Gerenciamento de VPN e Dispositivo e usar a Verificação de Segurança, em Ajustes > Privacidade e Segurança.
Formatar o celular remove o aplicativo espião?
Restaurar as configurações de fábrica costuma apagar os aplicativos instalados, inclusive o espião. Mas apaga também as provas. Antes de formatar, guarde as provas e troque as senhas das suas contas de outro aparelho: se a pessoa ainda souber a senha da sua conta, ela continua vendo os seus dados mesmo com o celular limpo.
Meu marido ou namorado pode instalar aplicativo no meu celular?
Não. Ser marido, namorado ou ex não dá direito de entrar no celular de outra pessoa. Instalar aplicativo para obter dados do seu aparelho sem a sua autorização pode ser crime de invasão de dispositivo informático (Código Penal, art. 154-A). Contra a mulher, a vigilância constante também é uma forma de violência psicológica pela Lei Maria da Penha (art. 7º, II).
Aplicativo espião é a mesma coisa que WhatsApp clonado?
Não. No WhatsApp clonado, alguém entra na sua conta e usa o seu número. No aplicativo espião, a pessoa vigia o seu aparelho, em silêncio, e quer que você não perceba. Às vezes os dois acontecem juntos, por isso confira também os dispositivos conectados do WhatsApp.
Remover o aplicativo avisa quem instalou?
Pode avisar. A pessoa deixa de receber os seus dados e pode perceber a mudança. A Apple alerta que outras pessoas podem perceber as alterações que você faz no compartilhamento ou no acesso. Se você convive com quem instalou ou tem medo dessa pessoa, pense primeiro na sua segurança e procure ajuda antes de remover.
Moro em outro estado. Vocês podem me atender?
Sim. O atendimento é online, para pessoas de todo o Brasil, e os processos na Justiça são eletrônicos. Lucas Karam é inscrito na OAB da Bahia, e a forma de atuar em processos de outros estados é explicada na análise de cada caso.
Informações atualizadas em outubro de 2026.
Onde conferir
- Código Penal (Planalto)
- Lei Maria da Penha, Lei 11.340/2006 (Planalto)
- LGPD, Lei 13.709/2018 (Planalto)
- Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher (Ministério das Mulheres)
- Apple: Verificação de Segurança no iPhone
- Apple: analise e apague perfis de configuração
- Google: ver os dispositivos com acesso à conta
- Google Play Protect
Já sabe quem instalou e quer agir com segurança?
O prazo para representar começa a correr no dia em que você descobre quem é o autor. A equipe avalia as provas, o risco e os próximos passos.
Se desconfia que o celular está vigiado, escreva de outro aparelho. No primeiro contato, não mande senhas nem fotos íntimas.
Resposta no mesmo dia útil, pela equipe do escritório, sob a responsabilidade do advogado Lucas Karam (OAB/BA 56.878). Atendimento online em todo o Brasil, com sigilo profissional. Prefere e-mail? Escreva para contato@lucaskaram.com.br.
Quer saber como o escritório atua nesse tipo de caso? Veja a página do advogado de Direito Digital.
Guias do mesmo tema
- Sua conta do LinkedIn foi restringida?
- Criaram um perfil falso com seu nome ou foto?
- Seu filho está sendo atacado ou exposto na internet?
Ver os guias de redes sociais, exposição e reputação
Ver todos os 90 guias, por tema
Leia também
- Advogado para Difamação, Calúnia e Injúria na Internet
- Advogado para Cyberbullying e Bullying na Internet
- Advogado para Remoção de Conteúdo da Internet
As informações desta página são gerais e não substituem a análise de um caso concreto.
