Recebeu aviso de direitos autorais ou strike no YouTube ou no Instagram? Veja o que fazer
Revisado por Lucas Karam, advogado (OAB/BA 56.878), em .
No YouTube, reivindicação e aviso de direitos autorais, o chamado strike, não são a mesma coisa: a reivindicação do Content ID afeta o vídeo e normalmente não chega ao canal; já o aviso conta contra o canal, que pode ser encerrado com 3 avisos. Os primeiros passos são seus e não dependem de advogado: ler o aviso, ver no YouTube Studio quem reclamou e de qual trecho, e juntar a licença ou a autorização que você tem. Aqui você entende o que acontece com 1, 2 e 3 avisos, como contestar e o cuidado com música no Instagram e nos Shorts.
Seu canal já tem 2 avisos? Não publique nada com música ou trecho de terceiros até resolver. Segundo o YouTube, canais com 3 avisos em 90 dias estão sujeitos ao encerramento. Veja o que fazer
Resposta no mesmo dia útil, pela equipe do escritório, sob a responsabilidade do advogado Lucas Karam (OAB/BA 56.878). Atendimento online em todo o Brasil, com sigilo profissional. Prefere e-mail? Escreva para contato@lucaskaram.com.br.
Reivindicação ou aviso: qual dos dois você recebeu?
O caminho muda conforme o tipo. No YouTube Studio, a coluna de restrições do vídeo mostra se é uma reivindicação ou uma remoção por direitos autorais.
- Reivindicação do Content IDGerada automaticamente quando o vídeo bate com um conteúdo cadastrado no Content ID. O dono dos direitos escolhe bloquear o vídeo, gerar receita com anúncios nele ou só monitorar as visualizações, e isso pode variar por país. Afeta o vídeo e normalmente não afeta o canal.
- Aviso de direitos autorais (strike)Vem de um pedido de remoção por direitos autorais que o YouTube considerou válido. O vídeo sai do ar e o canal recebe o aviso. Com 3 avisos ativos, o canal pode ser encerrado.
- Advertência das Diretrizes da ComunidadeÉ outra coisa: vale para conteúdo que descumpre as regras gerais da plataforma, como violência ou spam. Não é tratada neste guia.
Diante de uma reivindicação, a Central de Ajuda do YouTube indica as opções: deixar como está, se ela for válida; remover o trecho reivindicado, silenciando a música, cortando o segmento ou trocando a música por outra da Biblioteca de áudio do YouTube; compartilhar a receita com a editora musical, para quem está no Programa de Parcerias; ou disputar, se você tem todos os direitos sobre o que foi usado. O alerta do próprio YouTube: a disputa sem motivo válido permite ao dono do conteúdo pedir a remoção do vídeo, e aí a reivindicação vira aviso.
O que fazer agora, passo a passo
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Leia o aviso inteiro
O YouTube manda um e-mail explicando o motivo e como resolver. Os avisos oficiais vêm de no-reply@youtube.com. Desconfie de mensagem de outro endereço que peça senha, código ou pagamento.
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Veja os detalhes no YouTube Studio
O YouTube Studio é o painel de quem tem canal. Ali aparecem quem reclamou, em que parte do vídeo está o trecho e se é uma reivindicação ou um aviso. É essa informação que decide o caminho.
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Não apague o vídeo por impulso
Apagar o vídeo não tira o aviso. A exceção é o pedido de remoção programado: nesse caso, o e-mail informa que você tem 7 dias para excluir o conteúdo e evitar o aviso.
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Junte o que prova o seu direito
A licença da música ou do banco de imagens, o contrato com a marca ou com o autor, a autorização por escrito, o arquivo original e os prints do vídeo. Sem essas provas, não conteste.
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Não suba conteúdo parecido agora
Enquanto houver aviso ativo, evite publicar vídeos com a mesma música, o mesmo trecho de filme ou de outro canal. Um novo aviso pode levar o canal ao limite de 3.
O que acontece com 1, 2 e 3 avisos, e quando eles expiram
- 1 avisoO vídeo é removido do YouTube. Para o aviso expirar em 90 dias, você precisa concluir o Curso de Direitos Autorais; sem ele, o aviso continua ativo no canal.
- 2 avisosValem as mesmas regras: o conteúdo é removido e cada aviso só expira em 90 dias se o curso tiver sido concluído.
- 3 avisosA conta e os canais ligados a ela podem ser encerrados. O conteúdo enviado fica inacessível e não é possível criar novos canais. Pelo YouTube Studio, você confere as opções para pedir o restabelecimento.
O Curso de Direitos Autorais tem 4 perguntas sobre como os direitos autorais funcionam no YouTube e só precisa ser feito uma vez. Os 90 dias contam da data em que o aviso foi aplicado. Cada vídeo só pode ter 1 aviso por vez.
Nas transmissões ao vivo, a live removida por direitos autorais também gera aviso, e o acesso às transmissões ao vivo fica restrito por 7 dias; se o canal receber outro aviso, a restrição passa a 14 dias. E atenção aos canais vinculados: se um canal ligado ao seu tiver 3 avisos ativos, o seu também pode ser encerrado.
Se o canal já caiu, ou se o YouTube encerrou a conta inteira, veja também o guia sobre conta desativada e como pedir a volta. A contranotificação continua possível mesmo com o canal encerrado, segundo a Central de Ajuda.
Disputa, contranotificação e pedido de retirada
Disputa da reivindicação
Na disputa, quem reivindicou o vídeo, o reclamante, tem 30 dias para responder. Se ele não responder, a reivindicação expira. Se mantiver a reivindicação, você pode recorrer da decisão, o que o YouTube chama de contestação, e o reclamante tem sete dias para responder. Para reivindicações que bloqueiam o vídeo, pode aparecer a opção de começar direto pela contestação. Durante todo o processo, o reclamante pode pedir a remoção do vídeo; se o pedido for válido, o canal recebe um aviso. O uso repetido ou mal-intencionado da disputa pode gerar penalidades ao vídeo ou ao canal.
Contranotificação do aviso
A contranotificação é o pedido formal para restaurar o vídeo removido por engano, ou que se encaixa numa exceção da lei. Antes de enviar, saiba três coisas. Primeiro: você confirma ter direito sobre tudo o que está no vídeo, inclusive a música de fundo. Segundo: por exigência legal, o YouTube repassa a contranotificação ao reclamante, e ela traz seus dados de contato, como nome completo e endereço; para não expor esses dados, um representante autorizado, como um advogado, pode enviá-la em seu nome. Terceiro: você faz declarações formais, entre elas aceitar a jurisdição de um tribunal dos Estados Unidos ou, se mora fora de lá, do local onde o YouTube está, e afirmar de boa-fé, sob pena de falso testemunho, que houve engano.
Depois do envio, o reclamante tem 10 dias úteis, contados pelo calendário dos Estados Unidos, para mostrar que entrou com uma ação judicial para manter o vídeo fora do ar. Se não mostrar, o conteúdo volta, a menos que tenha sido excluído. Informação falsa na contranotificação pode levar ao encerramento da sua conta.
Pedido de retirada ao reclamante
Muitas vezes o caminho mais curto é conversar. Pelo YouTube Studio, você encontra os dados de contato de quem reclamou e pode pedir a retirada do pedido de remoção, por exemplo mostrando a licença da música ou o contrato da parceria. Se ele retirar, o aviso sai do canal e o vídeo volta, salvo se tiver sido excluído. O YouTube não faz a mediação dessas conversas: o acordo é entre você e o reclamante.
Música no YouTube, nos Shorts e no Instagram
A música que toca nas rádios e nas plataformas tem dono. Quando se fala em "música sem direitos autorais", o que existe, na prática, é música que o dono autorizou para aquele uso. O ponto é ler a autorização.
YouTube e Shorts
Segundo a Central de Ajuda, a música livre de royalties da Biblioteca de áudio do YouTube não recebe reivindicação. Sites que oferecem músicas livres de royalties têm termos próprios, e alguns não autorizam o uso ou a monetização no YouTube. Nos Shorts de até três minutos, a Biblioteca de Áudio dos Shorts permite usar a maioria das músicas por até 90 segundos, e algumas só por 60 ou 30 segundos.
A regra para Shorts de 1 a 3 minutos com reivindicação está mudando. Na consulta de 8 de outubro de 2026, a página em português dizia que, desde 24 de setembro de 2026, os novos Shorts nessa faixa com reivindicação ativa não são mais bloqueados automaticamente, enquanto a versão em inglês ainda falava em bloqueio. Se o seu Short foi bloqueado, o caminho indicado é o mesmo: retirar o trecho reivindicado ou abrir uma disputa, se a reivindicação estiver errada.
Instagram e contas comerciais
A Central de Ajuda do Instagram diz que a biblioteca de música licenciada é para uso pessoal e não comercial, por causa dos acordos da Meta com os donos das músicas. Por isso, certas contas comerciais e certos tipos de post não têm acesso a ela, e algumas músicas não estão disponíveis em todos os países. Para essas contas, o Instagram indica a Coleção de Sons da Meta, com mais de 14 mil músicas e sons que podem ser usados nos Reels e nos Stories sem pagar royalties, inclusive para fins comerciais, como anúncios.
As Diretrizes de Música da Meta completam a regra: quem publica responde pela música do post, e o uso de música para fins comerciais ou não pessoais é proibido sem a licença adequada. O conteúdo com música não autorizada pode ser bloqueado, silenciado ou removido. As diretrizes recomendam trechos de música mais curtos e que o vídeo sempre tenha parte visual, e dizem que a contestação é feita pela própria notificação recebida.
Em publi, a dúvida é comum: quem licencia a trilha, a marca ou o criador? Isso deve estar escrito. Veja o guia sobre contrato de influenciador.
Trechos de filmes, músicas e vídeos de outros: o que diz a lei brasileira
- Autorização (arts. 28 e 29)Cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar, fruir e dispor da obra (art. 28). Usar a obra depende de autorização prévia e expressa do autor, inclusive para a reprodução parcial, a inclusão em produção audiovisual e a execução musical (art. 29, I, V e VIII).
- Exceções (art. 46)Não ofende o direito autoral, entre outros casos, a citação de passagens para estudo, crítica ou polêmica, na medida justificada, com o nome do autor e a origem (inciso III), e a reprodução de pequenos trechos em obra nova, se não for o objetivo principal e não prejudicar a exploração normal da obra (inciso VIII).
- Paródias (art. 47)São livres as paráfrases e paródias que não forem verdadeiras reproduções da obra original nem a desacreditarem.
Muita gente fala em "uso justo" ou fair use, que o YouTube traduz como uso aceitável. Esse é um conceito da lei dos Estados Unidos, como explica a página Uso aceitável no YouTube, e o próprio YouTube lembra que cada país tem regras diferentes. No Brasil, a referência é a Lei 9.610/1998, e as exceções estão no art. 46. Na prática, o react, o comentário e a análise de um trecho podem caber na citação para crítica, mas a lei fala em citação na medida justificada e em pequenos trechos, e não em reproduzir o vídeo inteiro de outra pessoa. Dar os créditos não substitui a autorização, e frases de isenção na descrição não protegem o vídeo. Se o seu uso cabe numa exceção depende de cada caso.
Quando a denúncia é falsa e o canal pode cair
Às vezes o sistema de direitos autorais é usado de má-fé, para derrubar concorrentes ou críticos: pedidos de remoção sobre vídeos que não usam nada do reclamante, ou uma série de denúncias seguidas para chegar aos 3 avisos. O YouTube avisa, na página de pedido de remoção, para não enviar informações falsas, e diz que o uso indevido do processo pode levar ao encerramento da conta de quem o usou e a outras consequências legais.
No Instagram, a página Direitos autorais informa que quem teve o post removido recebe uma notificação com o nome e o e-mail de quem denunciou, ou os detalhes da denúncia, e pode apresentar uma apelação. Pela política de infrator reincidente, quem publica repetidamente conteúdo que viola direitos de terceiros pode ter a conta desativada. Por isso vale contestar a denúncia errada, e não só apagar o post. Se a publicação foi removida por outra regra da rede, e não por direitos autorais, veja o guia sobre publicação removida e como contestar em cada rede social.
Na lei brasileira, pelo art. 187 do Código Civil, também comete ato ilícito quem, ao exercer um direito, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social ou pela boa-fé, e o art. 927 obriga quem causa dano por ato ilícito a repará-lo. Se o uso abusivo da denúncia gera esse dever de reparar depende das provas de cada caso.
Alguém pediu dinheiro para retirar os avisos do seu canal? Não pague. Guarde as mensagens, o perfil de quem mandou e os avisos, e procure orientação. Se o canal ou a conta já caiu, veja o guia sobre conta desativada. E se o caso é o contrário, alguém copiou o seu vídeo, veja o guia sobre conteúdo copiado.
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- Vai fechar parceria com uma marca?O que não pode faltar no contrato, inclusive quem responde pela música e pelas imagens usadas na publi.
Como funciona o atendimento
Vale procurar orientação antes de enviar uma contranotificação, quando o canal está perto dos 3 avisos, quando o canal é a sua fonte de renda ou quando as denúncias parecem falsas. Cada etapa depende da anterior. Nem todo caso passa por todas elas, e não há resultado garantido.
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Análise do aviso
Leitura do e-mail do YouTube ou da notificação do Instagram, do trecho apontado e das provas que você tem, para saber se cabe contestar ou se é melhor resolver de outro jeito.
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Contato com quem reclamou
Pedido de retirada ao reclamante, com as provas da licença ou da autorização, quando houve engano.
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Contranotificação ou apelação
Envio da contranotificação no YouTube ou da apelação no Instagram, em nome do criador, quando houver base para isso.
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Medidas na Justiça
Quando as denúncias são falsas ou abusivas e o canal ou a conta caiu, notificação a quem denunciou e, quando cabível, ação para pedir a volta do conteúdo e a reparação do prejuízo.
Advogado responsável
Lucas Karam é advogado especialista em Direito Digital e graduado em Gestão de Tecnologia da Informação, o que ajuda a ler os avisos das plataformas, os painéis do YouTube Studio e as regras de cada rede.
Coordena a pós-graduação Inteligência Artificial para Advogados na EBPOS, é coautor de livros sobre LGPD pela Saraiva Jur e membro da Comissão Especial de Direito Digital da OAB/BA.
- Inscrição
- OAB/BA 56.878
- Formação
- Direito (UCSAL), pós-graduação em Direito Digital e Compliance, MBA em Data Protection Officer (IESB) e Gestão de TI (Estácio)
- Certificações
- CIPM e CDPO/BR (IAPP), DPO (EXIN), Lead Implementer e Auditor Líder ISO/IEC 27701 (ABNT)
- Sigilo
- Sigilo profissional previsto no Estatuto da Advocacia e, nos processos que envolvem a intimidade, segredo de justiça
Outras entrevistas na imprensa
Entrevistas sobre as redes sociais, a inteligência artificial e os crimes digitais.
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TV Canção Nova
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TV Senado, Senado Notícias
Robôs e ataques automatizados nas redes
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TV Brasil, Repórter Brasil
Crimes digitais: punições previstas em lei para hackers
Perguntas frequentes
Reivindicação do Content ID derruba o canal?
Em regra, não. Segundo a Central de Ajuda do YouTube, a reivindicação afeta o vídeo e normalmente não afeta o canal nem a conta. O risco aparece se você disputar sem motivo válido: o dono do conteúdo pode pedir a remoção do vídeo, e o pedido válido gera um aviso de direitos autorais.
Quando o aviso de direitos autorais expira?
Em 90 dias, desde que você conclua o Curso de Direitos Autorais do YouTube, que tem 4 perguntas e só precisa ser feito uma vez. Sem o curso, o aviso continua ativo. O aviso também sai se quem reclamou retirar o pedido ou se a contranotificação válida resolver o caso.
Apagar o vídeo tira o aviso?
Não. A Central de Ajuda diz que excluir o vídeo não resolve o aviso. A única exceção é o pedido de remoção programado, que dá 7 dias para você excluir o conteúdo e evitar o aviso. Confira no e-mail enviado por no-reply@youtube.com se esse é o seu caso.
Dar os créditos resolve?
Não. Pela Lei 9.610/1998, usar a obra de outra pessoa depende de autorização prévia e expressa do autor (art. 29). O próprio YouTube avisa que frases como "não é propriedade minha" ou "todos os direitos reservados ao autor" não dão permissão de uso.
Tenho conta comercial no Instagram. Posso usar qualquer música?
Não. Segundo a Central de Ajuda do Instagram, a biblioteca de música licenciada é para uso pessoal e não comercial, e certas contas comerciais não têm acesso a ela. Para essas contas, o Instagram indica a Coleção de Sons da Meta, que pode ser usada para fins comerciais, como anúncios.
Posso usar trecho de filme ou de vídeo de outro canal se for curto?
Depende. A lei brasileira permite, por exemplo, a citação para crítica ou comentário, na medida justificada e com o nome do autor e a origem (art. 46, III), e pequenos trechos que não sejam o objetivo principal do vídeo novo (art. 46, VIII). Usar poucos segundos não é, por si só, uma regra que libera o uso, e o Content ID pode reivindicar mesmo trechos curtos.
Moro em outro estado. Vocês podem me atender?
Sim. O atendimento é online, para pessoas e empresas de todo o Brasil, e os processos na Justiça são eletrônicos. Lucas Karam é inscrito na OAB da Bahia, e a forma de atuar em processos de outros estados é explicada na análise de cada caso.
Informações atualizadas em outubro de 2026.
Onde conferir
- Lei de Direitos Autorais, Lei 9.610/1998, arts. 28, 29, 46 e 47 (Planalto)
- Código Civil, arts. 187 e 927 (Planalto)
- YouTube, Entender as advertências por direitos autorais
- YouTube, Saiba mais sobre as reivindicações de direitos autorais
- YouTube, Iniciar uma disputa de reivindicação de direitos autorais
- YouTube, Enviar uma contranotificação de direitos autorais
- YouTube, Retirar um pedido de remoção por direitos autorais
- YouTube, Uso aceitável no YouTube
- YouTube, Como criar Shorts com até três minutos
- YouTube, Enviar um pedido de remoção por direitos autorais
- Instagram, Acesso à biblioteca de música licenciada
- Instagram, Direitos autorais
- Meta, Diretrizes de Música
O reclamante não respondeu e o aviso continua no canal?
Se você recebeu um aviso que considera errado, se o canal está perto dos 3 avisos ou se denúncias falsas derrubaram o seu canal ou o seu perfil, a equipe avalia os caminhos possíveis. Cada caso depende das provas e da licença ou autorização que você tem.
Tenha à mão o e-mail do YouTube ou a notificação do Instagram, o link do vídeo e as licenças. No primeiro contato, não mande senhas nem códigos.
Resposta no mesmo dia útil, pela equipe do escritório, sob a responsabilidade do advogado Lucas Karam (OAB/BA 56.878). Atendimento online em todo o Brasil, com sigilo profissional. Prefere e-mail? Escreva para contato@lucaskaram.com.br.
Quer saber como o escritório atua nesse tipo de caso? Veja a página do advogado de direitos autorais, marcas e criadores.
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As informações desta página são gerais e não substituem a análise de um caso concreto.
