Ir para o conteúdo
Fale no WhatsApp
Golpe das tarefas

Caiu no golpe das tarefas? Veja o que fazer

Atendimento online em todo o Brasil.

Publicado por (OAB/BA 56.878). Atualizado em .

Se você caiu no golpe das tarefas e pagou para liberar o saque, pare de pagar agora: nenhum depósito novo libera o dinheiro. Peça o MED no app do banco para cada Pix e guarde os prints do grupo. Esses primeiros passos são seus e não dependem de advogado. O golpe também é chamado de tarefas remuneradas ou de renda extra. Ele usa o nome da Shopee, grupos do Telegram, avaliações no Google Maps e vídeos para curtir, mas o roteiro é sempre o mesmo.

Estão pedindo um depósito para liberar o saque? Não pague. É assim que o golpe continua. Veja o que fazer

Falar com o escritório no WhatsApp

Resposta no mesmo dia útil, pela equipe do escritório, sob a responsabilidade do advogado Lucas Karam (OAB/BA 56.878). Atendimento online em todo o Brasil, com sigilo profissional. Prefere e-mail? Escreva para contato@lucaskaram.com.br.

Lucas Karam entrevistado por Record, Cidade Alerta: Golpe do emprego: vítima faz depósitos para garantir vaga on-line e perde R$ 2 mil
Record, Cidade Alerta Golpe do emprego: vítima faz depósitos para garantir vaga on-line e perde R$ 2 mil
Lucas Karam entrevistado por SBT News, Poder Expresso: Pix limitado: Banco Central restringe transferências para evitar fraudes
SBT News, Poder Expresso Pix limitado: Banco Central restringe transferências para evitar fraudes Ver a reportagem
Lucas Karam entrevistado por Band Brasília, Band Cidade: "Jogo do tigrinho": influencer do DF é alvo de operação
Band Brasília, Band Cidade "Jogo do tigrinho": influencer do DF é alvo de operação
Lucas Karam entrevistado por Rádio Antena 1 Salvador, Bahia Notícias no Ar: Golpes no Pix no Carnaval
Rádio Antena 1 Salvador, Bahia Notícias no Ar Golpes no Pix no Carnaval
Lucas Karam entrevistado por TV Brasil, Repórter Brasil: Crimes digitais: punições previstas em lei para hackers
TV Brasil, Repórter Brasil Crimes digitais: punições previstas em lei para hackers
Como reconhecer

Como o golpe das tarefas funciona

O nome da empresa muda, o aplicativo muda, mas a sequência quase não muda. Ela começa com um ganho pequeno e termina com um pedido de taxa para liberar o saque.

  1. O convite

    Chega uma mensagem que você não pediu, no WhatsApp, no Instagram ou por SMS. Oferecem renda extra para curtir vídeos, seguir perfis ou avaliar produtos e lojas pelo celular, poucas horas por dia.

  2. As primeiras tarefas pagam

    Você faz duas ou três tarefas simples e recebe um Pix pequeno de verdade. Esse pagamento é a isca: serve para você acreditar que o trabalho existe.

  3. O grupo e o “mentor”

    Você é levado para um grupo no Telegram ou no WhatsApp, com um “mentor” ou “recepcionista” e outros participantes que mostram prints de ganhos. Muitos desses participantes são do próprio golpe.

  4. A tarefa especial

    Aparece uma tarefa especial, uma “recarga” ou uma “compra para avaliar”: para ganhar comissão maior, você precisa depositar antes. Na primeira vez, às vezes o valor volta com um pequeno lucro.

  5. O saque travado

    Quando o depósito fica maior, o saldo aparece no site ou no app do grupo, mas não sai. Para liberar o saque, pedem mais um pagamento: taxa, imposto, “nota de crédito baixa”, multa por erro na tarefa ou mais uma rodada de tarefas.

  6. O sumiço

    Quem para de pagar é removido do grupo ou bloqueado. Quem continua paga de novo, e o saque nunca sai.

Nomes do golpe

As versões mais buscadas

Quem procura ajuda costuma buscar pelo nome que viu no convite. São o mesmo golpe da renda extra, com roupas diferentes.

  • Golpe das tarefas da ShopeePedem para avaliar ou “comprar e recomprar” produtos de uma loja usando o nome da Shopee. A compra é um Pix para a conta de uma pessoa, e não uma compra dentro do aplicativo oficial.
  • Golpe das tarefas do Google MapsPedem para dar nota máxima a restaurantes, hotéis ou lojas no Google Maps e mandar o print. Depois vem o mesmo roteiro: grupo, tarefa especial e depósito.
  • Golpe das tarefas no TelegramO Telegram é onde o golpe costuma acontecer: grupos grandes, mentor, “equipe de suporte” e um site próprio onde aparece o saldo que nunca pode ser sacado.
  • Tarefas remuneradas em vídeos e redes sociaisCurtir vídeos no YouTube ou no TikTok, seguir perfis no Instagram ou assistir anúncios. É a porta de entrada mais comum do golpe da renda extra.
Antes de pagar

Sinais de alerta

  • Pagar para trabalharQualquer pedido para pagar para receber tarefas, para subir de nível ou para liberar o saque. Trabalho de verdade paga você, não cobra de você.
  • Dinheiro fácil demaisGanho alto por curtir um vídeo ou avaliar uma loja. O Pix pequeno do começo existe para ganhar a sua confiança.
  • Pix para conta de pessoaOs depósitos vão para chaves Pix de pessoas físicas ou de empresas que não têm nada a ver com a marca citada, e cada vez para uma conta de pessoa diferente.
  • Pressa e ameaçaDizem que a tarefa expira em minutos, que você vai perder tudo o que já depositou ou que deve uma multa. A pressa existe para você não pensar.
  • Contato só por mensagemNão há contrato, endereço nem um canal oficial da empresa que você consiga conferir sozinho. Tudo acontece num grupo ou numa conversa.
  • Pedido de documentos e selfiePedem foto do documento, selfie ou dados bancários para “cadastrar”. Com eles, golpistas podem abrir contas ou fazer empréstimos no seu nome.
Caí, e agora?

Caí no golpe das tarefas. O que fazer, na ordem

A ordem abaixo segue o fascículo “Golpes: Caiu? Veja o que Fazer”, do CERT.br, de maio de 2026, adaptado ao golpe das tarefas. Faça os passos que combinam com o que aconteceu com você. Agir rápido reduz o prejuízo.

  1. Corte o contato com o grupo

    Não pague a “última taxa”, não negocie e não mande mais dados. Nenhum depósito novo libera o saque. Faça os prints antes de sair do grupo e bloqueie o mentor.

  2. Troque as senhas se passou alguma

    Se entrou num site do grupo com a mesma senha de outras contas, ou passou senha ou código, troque as senhas, ative a verificação em duas etapas e encerre as sessões abertas em outros aparelhos.

  3. Conteste cada Pix pelo MED

    No app do banco, na área do Pix, conteste cada transferência feita ao golpe e escolha a opção de golpe. É o MED, o mecanismo de devolução do Banco Central. O prazo é de 80 dias de cada Pix, mas quanto antes, maior a chance. Anote cada protocolo.

  4. Pagou com cartão? Conteste e bloqueie

    Se alguma “recarga” foi paga no cartão de crédito, conteste a compra no app do banco emissor, veja se há outras compras que você não reconhece e peça o bloqueio do cartão.

  5. Guarde as provas

    Prints das conversas, do nome e do link do grupo, dos perfis, dos números de telefone, do site onde aparecia o saldo e dos comprovantes. Anote também os protocolos, os nomes dos atendentes e as datas.

  6. Registre o boletim de ocorrência

    Na maioria dos estados dá para registrar online. Conte a história na ordem: como chegou o convite, quais tarefas fez, quanto recebeu, quanto pagou e para quais contas. Junte as provas.

  7. Denuncie o perfil e o grupo

    Use a opção Denunciar do Telegram, do WhatsApp ou da rede social no perfil, no grupo e no anúncio. Quanto mais denúncias, maior a chance de o grupo sair do ar.

  8. Avise quem você chamou

    Se você convidou amigos ou parentes para o grupo, avise que é golpe. Se alguém estiver usando o seu nome ou o seu número, avise os seus contatos.

  9. Instalou um app do grupo? Limpe o aparelho

    Se instalou um aplicativo indicado pelo grupo, ele pode capturar seus dados. Restaure o celular para as configurações de fábrica e recupere os dados de um backup confiável. No computador, rode o antivírus e remova o que foi instalado.

  10. Não resolveu? Banco Central, Procon e advogado

    Se o banco não devolveu, se fizeram empréstimo ou dívida no seu nome ou se o seu CPF foi negativado, o CERT.br orienta registrar reclamação no Banco Central, procurar o Procon do seu estado e consultar um advogado.

  11. Acompanhe o seu CPF

    Confira no Registrato, do Banco Central, se abriram contas ou empréstimos no seu nome, principalmente se você mandou documentos ou selfie ao grupo. Acompanhe as faturas e os alertas do banco.

Veja o passo a passo do MED no guia sobre o que fazer depois de um golpe do Pix, onde registrar a ocorrência no seu estado em onde denunciar golpe na internet e como guardar as conversas para valerem como prova em quando o print vale como prova.

Recuperar o valor

Dá para recuperar o dinheiro? MED, banco e Justiça

O caminho mais rápido é o MED, o Mecanismo Especial de Devolução do Pix. Pelo Guia do MED do Banco Central, o pedido vale para qualquer golpe com Pix, mesmo que você tenha feito a transferência com a sua senha ou com a biometria. O prazo é de 80 dias de cada transferência, e o pedido é feito no próprio app do banco, na área do Pix.

Depois do pedido, o sistema rastreia o dinheiro na conta que recebeu e nas contas para onde ele foi passado, e bloqueia o saldo que encontrar. No golpe das tarefas, o dinheiro costuma ser repassado em minutos e cada depósito vai para uma conta diferente. Por isso, conteste cada Pix separadamente, e logo: o MED só devolve o saldo que ainda estiver nas contas.

E se o MED não devolver? Em alguns casos o banco responde. Em outros, não. A Súmula 479 do STJ diz que as instituições financeiras “respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias”. O art. 14 do Código de Defesa do Consumidor diz que o fornecedor de serviços responde, independentemente de culpa, pelos defeitos do serviço. Mas no golpe das tarefas foi você quem fez o Pix, e a responsabilidade do banco não é automática. A análise olha, entre outras coisas, as contas que receberam o dinheiro e como os bancos reagiram ao seu aviso. Veja mais no guia sobre quando o banco tem que devolver o dinheiro do golpe.

Conta laranja

O grupo usou a sua conta para receber dinheiro?

Em algumas versões do golpe, a “tarefa” é receber Pix de outras pessoas e repassar para outra chave. Esse dinheiro costuma vir de outras vítimas. Se isso aconteceu, não repasse mais nada, avise o banco por escrito e guarde o protocolo.

Desde a Lei 15.397/2026, o Código Penal diz que incorre nas penas do estelionato quem “cede, gratuita ou onerosamente, conta bancária para que nela transitem recursos destinados ao financiamento de atividade criminosa ou que dela sejam fruto” (art. 171, § 2º, VII). Isto é um alerta, não uma acusação: quem foi enganado deve contar no boletim de ocorrência como foi enganado e procurar orientação. O tema é tratado em detalhe no guia do golpe do falso emprego.

Lei

O que diz a lei

  • EstelionatoCódigo Penal, art. 171: obter vantagem ilícita enganando alguém. Pena de reclusão de 1 a 5 anos e multa, na redação da Lei 15.397/2026.
  • Fraude eletrônicaArt. 171, § 2º-A: reclusão de 4 a 8 anos e multa quando a fraude usa informações fornecidas pela vítima enganada por redes sociais, contatos telefônicos, aplicação de internet ou meio parecido (Lei 15.397/2026). O golpe das tarefas, feito por grupos e aplicativos de mensagem, pode se encaixar aqui.
  • Vítima idosa ou vulnerávelArt. 171, § 4º: a pena aumenta de 1/3 ao dobro se o crime é cometido contra idoso ou vulnerável (Lei 14.155/2021).
  • Registros de quem está por trás do grupoMarco Civil da Internet, art. 15: as empresas que mantêm aplicativos e sites devem guardar os registros de acesso por 6 meses. Pelo art. 22, o juiz pode mandar fornecê-los, se o pedido trouxer fundados indícios do ilícito, a justificativa e o período.

A lei pune quem aplica o golpe. Quem foi enganado e pagou é vítima, e o boletim de ocorrência com as provas ajuda a polícia a chegar aos responsáveis.

Não confunda

Tarefas, falso emprego ou investimento?

Os três prometem dinheiro e terminam com um pedido de pagamento. O que muda é a desculpa. Se o ganho dependia de trazer novas pessoas para o grupo, veja também o guia sobre pirâmide financeira.

  • Golpe das tarefas (este guia)Você já “trabalha”: faz tarefas, recebe valores pequenos e depois deposita para continuar ou para sacar.
  • Golpe do falso empregoO golpista oferece uma vaga e cobra uma taxa para garantir a vaga, como cadastro, curso ou exame. Depois do pagamento, a empresa some.Guia do falso emprego
  • Golpe do investimentoAs tarefas viram “investimento”: promessa de rendimento, robô, criptomoeda e depósitos cada vez maiores numa plataforma que some.Guia do golpe do investimento
Ajuda jurídica

Quando vale chamar um advogado

Os primeiros passos são seus. A ajuda jurídica entra quando eles não bastaram, e tem limite. Cada caso depende das provas. Não há resultado garantido.

Sinais de que vale procurar um advogado
  • o banco negou o MED ou respondeu que não havia saldo para devolver;
  • você fez várias transferências, para contas diferentes, e o valor somado pesa no seu orçamento;
  • a sua conta foi bloqueada porque recebeu dinheiro de outras pessoas a pedido do grupo;
  • apareceu empréstimo, cartão ou dívida no seu nome depois que você mandou documentos e selfie;
  • o grupo faz ameaça ou cobrança, dizendo que você deve uma multa ou que será processado;
  • é preciso pedir ao juiz os registros de quem está por trás do grupo.
O que um advogado não resolve
  • desfazer um Pix sozinho: o MED é pedido no seu banco e só alcança o saldo que ainda estiver nas contas;
  • tirar o grupo do ar no lugar da plataforma: a denúncia é feita no próprio aplicativo;
  • identificar o golpista sem os registros das plataformas e uma decisão do juiz;
  • dispensar as primeiras providências, que são suas: MED, provas e boletim de ocorrência.
Outros casos

Guias relacionados

Atendimento

Se o banco negou: como funciona o atendimento

Cada etapa depende da anterior. Nem todo caso passa por todas elas, e cada caso depende das provas. Não há resultado garantido.

  1. Análise do caso

    Leitura das conversas, dos comprovantes, dos protocolos e das respostas do banco para entender o que aconteceu e definir o caminho.

  2. Pedidos ao banco

    Notificação com fundamento jurídico ao seu banco e aos bancos que receberam o dinheiro e, quando a sua conta foi bloqueada, pedido formal do motivo, com as provas de que você foi enganado.

  3. Medidas na Justiça

    Quando cabível, pedido ao juiz dos registros de quem está por trás do grupo (Marco Civil da Internet, art. 22) e ação de reparação contra os responsáveis.

Lucas Karam, advogado de Direito Digital
Quem cuida do caso

Advogado responsável

Lucas Karam é advogado (OAB/BA 56.878) e atua em Direito Digital: golpes e crimes pela internet, remoção de conteúdo, proteção de dados pessoais e contratos de tecnologia. É pós-graduado em Direito Digital e Compliance e tem as certificações CIPM e CDPO/BR, da IAPP, e DPO, da EXIN.

Coordena a pós-graduação Inteligência Artificial para Advogados na EBPOS, é coautor de livros sobre LGPD pela Saraiva Jur e membro da Comissão Especial de Direito Digital da OAB/BA.

Inscrição
OAB/BA 56.878
Formação
Direito (UCSAL), pós-graduação em Direito Digital e Compliance, MBA em Data Protection Officer (IESB) e Gestão de TI (Estácio)
Certificações
CIPM e CDPO/BR (IAPP), DPO (EXIN), Lead Implementer e Auditor Líder ISO/IEC 27701 (ABNT)
Sigilo
Sigilo profissional previsto no Estatuto da Advocacia e, nos processos que envolvem a intimidade, segredo de justiça

Conheça a trajetória de Lucas Karam

Imprensa

Outras entrevistas na imprensa

Entrevistas sobre golpes com Pix, fraudes na internet e segurança digital.

  • Lucas Karam entrevistado por TV Canção Nova, Jornal da Noite: Bitcoin: riscos e fraudes

    TV Canção Nova, Jornal da Noite

    Bitcoin: riscos e fraudes

  • Lucas Karam entrevistado por TV Globo, Bom Dia DF: Sites falsos criados com inteligência artificial

    TV Globo, Bom Dia DF

    Sites falsos criados com inteligência artificial

  • Lucas Karam entrevistado por Band, Jornal da Band: Vazamento de dados de 25 mil chaves Pix

    Band, Jornal da Band

    Vazamento de dados de 25 mil chaves Pix

  • Lucas Karam entrevistado por CNJ: Entrevista como professor e advogado de Direito Digital

    CNJ

    Entrevista como professor e advogado de Direito Digital

Dúvidas

Perguntas frequentes

O que é o golpe das tarefas?

É o golpe em que alguém oferece dinheiro por tarefas simples pela internet, como curtir vídeos, seguir perfis ou avaliar produtos e lojas. As primeiras tarefas pagam pouco, de verdade. Depois o golpista pede depósitos para tarefas especiais ou para liberar o saque, e o dinheiro não volta. Também é chamado de golpe da renda extra ou das tarefas remuneradas.

O golpe das tarefas da Shopee é verdade?

O golpe existe, e usa o nome da Shopee para parecer confiável. Quem conversa com você num grupo de WhatsApp ou de Telegram e pede Pix para a conta de uma pessoa para “comprar e avaliar” produtos não está dentro do aplicativo da loja. Na dúvida, procure a empresa pelos canais oficiais que você mesmo encontrar.

Como funciona o golpe das tarefas no Telegram?

Você é levado a um grupo com um mentor e outros participantes, que mostram ganhos. Depois de algumas tarefas pagas, vem a tarefa especial com depósito. O saldo aparece num site do grupo, mas para sacar pedem mais pagamentos. Se isso está acontecendo, pare de pagar, faça os prints e conteste os Pix pelo MED.

Avaliar lojas no Google Maps por dinheiro é golpe?

É uma das portas de entrada mais comuns do golpe das tarefas: pedem nota máxima para lojas e restaurantes e mandam um Pix pequeno. O problema vem depois, quando pedem um depósito para continuar ou para sacar. Não pague nada para receber tarefas.

Paguei para liberar o saque. Dá para recuperar o dinheiro?

Às vezes. Peça o MED no app do banco para cada Pix, em até 80 dias. O Banco Central rastreia o dinheiro na conta que recebeu e nas contas para onde ele foi passado, e só volta o saldo que ainda estiver nelas. Se o banco negar, há outros caminhos, mas cada caso depende das provas.

Participei do grupo de renda extra. Posso ser punido?

Quem foi enganado e pagou é vítima. A atenção é com quem recebeu dinheiro de outras pessoas na própria conta e repassou: o Código Penal pune quem cede conta bancária para dinheiro de atividade criminosa (art. 171, § 2º, VII). Se isso aconteceu, pare de repassar, avise o banco por escrito e conte no boletim de ocorrência como você foi enganado.

Moro em outro estado. Vocês podem me atender?

Sim. O atendimento é online, para pessoas de todo o Brasil, e os processos na Justiça são eletrônicos. Lucas Karam é inscrito na OAB da Bahia, e a forma de atuar em processos de outros estados é explicada na análise de cada caso.

Informações atualizadas em outubro de 2026.

Atendimento

O banco negou o MED ou a sua conta foi bloqueada?

Se o banco negou o MED, se você fez várias transferências ao grupo, se a sua conta foi bloqueada ou se apareceu dívida no seu nome, a equipe avalia os caminhos possíveis.

Tenha à mão os prints do grupo, os comprovantes de cada Pix, os protocolos do banco e o boletim de ocorrência. No primeiro contato, não mande senhas nem códigos do banco.

Falar com o escritório no WhatsApp

Resposta no mesmo dia útil, pela equipe do escritório, sob a responsabilidade do advogado Lucas Karam (OAB/BA 56.878). Atendimento online em todo o Brasil, com sigilo profissional. Prefere e-mail? Escreva para contato@lucaskaram.com.br.

O escritório atende este tipo de caso de forma online, em todo o Brasil. Veja como funciona na página do advogado para golpes e fraudes na internet.

Guias do mesmo tema

Ver os guias de golpes e fraudes

Onde denunciar golpe e crime na internet, por estado

Ver todos os 158 guias, por tema

Leia também

As informações desta página são gerais e não substituem a análise de um caso concreto. Cada caso depende das provas, e não há resultado garantido.

WhatsApp do escritório