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Falso suporte

Um falso suporte pediu acesso ao seu celular ou aos seus dados? Veja o que fazer

Atendimento online em todo o Brasil.

Publicado por (OAB/BA 56.878). Atualizado em .

Se um falso suporte pediu um código, uma senha, um clique num link ou a instalação de um aplicativo, pare de responder. Troque as senhas pelo aplicativo ou pelo site oficial, desinstale o que instalou e, se saiu dinheiro, avise o banco. Esses primeiros passos são seus e não dependem de advogado. No golpe do falso suporte técnico, alguém se passa pelo suporte de uma rede social, de uma empresa de tecnologia, de uma operadora ou de uma loja. O objetivo é chegar à sua conta, ao seu aparelho ou ao seu dinheiro.

Está conversando com o “suporte” agora? Pare. Não passe código nem senha, não clique no link e não instale nenhum aplicativo. Veja o que fazer

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Resposta no mesmo dia útil, pela equipe do escritório, sob a responsabilidade do advogado Lucas Karam (OAB/BA 56.878). Atendimento online em todo o Brasil, com sigilo profissional. Prefere e-mail? Escreva para contato@lucaskaram.com.br.

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Como reconhecer

Como o golpe do falso suporte acontece

O nome da empresa muda, mas o roteiro é parecido: um problema urgente, uma ameaça e um pedido. A Meta descreve assim: o golpista oferece suporte por e-mail ou mensagem de rede social e diz que você precisa entrar na conta com urgência. Manda um link para um site parecido com o verdadeiro, que pede login, senha e o código de dois fatores.

  • “Violação de direitos autorais”Um e-mail ou uma mensagem diz que a sua conta violou direitos autorais ou as regras da plataforma e será excluída ou banida se você não agir, às vezes “em 24 horas”. O botão para “contestar” leva a uma página falsa que pede usuário, senha e código.
  • Selo de verificaçãoUma conta que se diz da equipe do Instagram ou da Meta oferece o selo azul ou um serviço de verificação. A Central de Ajuda do Instagram manda desconfiar de quem diz ser da equipe de segurança ou oferece verificação de conta.
  • “Seu computador está infectado”Um aviso na tela, às vezes em tela cheia e com som, diz que o computador está infectado e traz um número de telefone. Quem liga fala com um golpista que se diz da Microsoft ou de outra empresa de tecnologia.
  • Suporte que você não pediuAlguém liga ou escreve dizendo ser do suporte de uma operadora, de uma loja, de um marketplace ou de um suposto “suporte do Pix” e fala de um problema na conta ou na compra. Segundo a Microsoft, o golpista pode falsificar a identificação da chamada: o número na tela não prova nada.
  • Pedido de código de verificaçãoO “suporte” diz que vai confirmar a sua identidade e pede o código que chegou por SMS, e-mail ou aplicativo. Segundo a Meta, com login, senha e código de dois fatores o golpista assume o controle da conta e a usa para enganar outras pessoas.
  • Aplicativo de acesso remoto e cobrançaPara “resolver o problema”, mandam instalar um programa que dá a ele o controle da tela, e às vezes cobram o “conserto” em criptomoedas ou cartões-presente. A Microsoft diz que, com esse acesso, os golpistas costumam instalar programas maliciosos que podem roubar as suas informações.

Se o aplicativo instalado deu ao golpista o controle do celular e ele mexe no seu banco, veja o golpe da mão fantasma.

Antes de clicar

Sinais de alerta

  • Urgência e ameaçaPrazo curto e ameaça de perder a conta. A Meta manda ir com calma: golpistas criam urgência, e nenhuma organização respeitável exige o pagamento imediato.
  • Contato que você não pediuA Microsoft diz que não liga para oferecer suporte se você não pediu. O Instagram diz que nunca envia mensagem direta sobre a sua conta.
  • Endereço do remetenteOs e-mails da Meta só vêm de domínios como facebook.com, facebookmail.com, instagram.com, meta.com e metamail.com, ou de subdomínios deles. Cuidado com versões mal escritas desses nomes.
  • Link que não bateNo computador, passe o cursor sobre o link, sem clicar. Se o endereço não bate com o texto, o Google diz que pode ser phishing. No celular, não clique: abra o aplicativo oficial.
  • Pedido de senha ou códigoO Google diz que nunca pede senha nem código por e-mail, ligação ou mensagem, e o Facebook, que nunca pergunta a senha por e-mail. Trate o pedido como golpe.
  • Telefone na tela e pagamento estranhoAs mensagens de erro da Microsoft nunca trazem número de telefone, e ela nunca pede pagamento por suporte em criptomoedas ou cartões de oferta.
Caminho oficial

Como conferir se o aviso é verdadeiro

Nunca confira um aviso pelo próprio aviso. Abra você mesmo o aplicativo ou o endereço oficial e veja ali. Os menus mudam: o passo a passo atual está nas Centrais de Ajuda listadas ao fim da página.

  1. Feche a mensagem e não use o link

    Não responda, não clique e não baixe anexos. Confira pelos caminhos abaixo, sem usar o link da própria mensagem, mesmo que o endereço do remetente pareça certo.

  2. Instagram e Facebook: e-mails recentes

    Nas configurações, em Conta Meta, Login e segurança, abra E-mails recentes: o Instagram mostra ali os e-mails oficiais dos últimos 14 dias. No Facebook, o endereço é facebook.com/recent_emails/security. Se o e-mail não aparece, desconfie.

  3. Instagram: Status da Conta

    Se o aviso fala em conteúdo removido ou conta restrita, abra as configurações e, em Mais informações e suporte, o Status da Conta. Ali aparecem o conteúdo removido e os recursos bloqueados, e de lá se pede uma análise.

  4. Google: página de segurança

    Digite myaccount.google.com/notifications para ver a atividade de segurança recente da conta. Senha e código só em accounts.google.com, nunca por e-mail, ligação ou mensagem.

  5. WhatsApp: o código é só seu

    O WhatsApp pede o código de seis dígitos na tela em que você confirma o número, no próprio aplicativo. Não o passe a ninguém, nem a quem diz ser do suporte.

  6. Microsoft, operadora, loja ou banco: ligue você

    A Microsoft diz que não liga para oferecer suporte se você não pediu. Para operadora, loja ou marketplace, procure a empresa pelo aplicativo ou site oficial que você abrir. Para o banco, ligue para o número do verso do cartão e procure os canais oficiais.

Primeiros passos

Já clicou, passou dados ou instalou algo? O que fazer, na ordem

Faça os passos que combinam com o que aconteceu. Quanto antes, menor o estrago.

  1. Pare de responder e guarde as provas

    Não apague nada ainda. Faça prints do perfil ou número que escreveu, da mensagem, do link, do aplicativo instalado e das notificações, com a tela inteira, a data e a hora.

  2. Troque a senha por um caminho oficial

    Abra o aplicativo ou digite você mesmo o endereço do serviço, nunca o link da mensagem, e troque a senha. Troque também a dos serviços que usam a mesma senha. Se instalou um aplicativo no celular, use outro aparelho.

  3. Encerre as sessões que não são suas

    No Instagram, redefina a senha e desconecte os dispositivos que não são seus. No Google, abra Gerenciar dispositivos e as ocorrências de segurança recentes: se não reconhece algo, escolha “Não fui eu”.

  4. Ative a verificação em duas etapas e revogue acessos

    Ative a autenticação de dois fatores, confira o telefone e o e-mail de recuperação e cancele o acesso de aplicativos de terceiros suspeitos. No Instagram, remova na Central de Contas as contas vinculadas que não reconhece.

  5. Perdeu o acesso? Só a recuperação oficial

    Use a recuperação do próprio serviço, como instagram.com/hacked. Desconfie de quem promete recuperar a conta mediante pagamento: o Instagram lembra que nenhuma organização respeitável exige pagamento imediato.

  6. Instalou um aplicativo? Desligue, desinstale e limpe

    Desligue a internet e desinstale o aplicativo. No computador, rode uma verificação completa com o antivírus e instale as atualizações de segurança. A Microsoft indica considerar restaurar o aparelho quando o golpista teve acesso a ele.

  7. Saiu dinheiro ou você passou dados do cartão?

    Ligue para o banco ou para a operadora do cartão pelo número oficial, peça o bloqueio do cartão e conteste as cobranças. Se foi Pix, peça o MED, como explicado adiante. Anote o protocolo de cada contato.

  8. Denuncie na plataforma

    Denuncie o perfil ou a mensagem pelo aplicativo. E-mails que se dizem do Instagram vão para phish@instagram.com e os do Facebook, para phish@fb.com. No Gmail, use Mais e Denunciar phishing. Golpe em nome da Microsoft: microsoft.com/reportascam.

  9. Registre o boletim de ocorrência

    Conte o que houve, com datas, perfis, números e valores, e leve as provas. A Delegacia Virtual do Ministério da Justiça atende fatos ocorridos nos estados que aderiram ao serviço; nos outros, veja o registro on-line da Polícia Civil do estado ou vá a uma delegacia.

Para recuperar a conta, veja o guia do Instagram hackeado, do WhatsApp clonado ou do e-mail ou da conta Google invadidos. Se o aplicativo deu ao golpista o controle do celular, veja o golpe da mão fantasma. Para os prints valerem como prova, veja quando o print vale como prova.

Se houve dinheiro

Saiu dinheiro? MED, banco e Justiça

Avise o banco pelo aplicativo ou pelo número oficial. Se saiu Pix, peça o MED, o Mecanismo Especial de Devolução do Banco Central, no seu banco, em até 80 dias. Pelo Guia do MED, ele vale para qualquer fraude com Pix, mesmo que você tenha autorizado a transação com a senha. O bloqueio alcança o saldo que ainda estiver nas contas que receberam. Veja o passo a passo no guia sobre o que fazer depois de um golpe do Pix.

O banco tem de devolver? Depende do caso. A Súmula 479 do STJ diz que as instituições financeiras “respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias”, e o art. 14 do Código de Defesa do Consumidor diz que o fornecedor de serviços responde, independentemente de culpa, pelos defeitos do serviço. No REsp 2.220.333, de aplicativo instalado a pedido de um falso funcionário do banco, o STJ mandou ressarcir tudo. No REsp 2.209.868, de falsa central, o STJ disse que a responsabilidade do banco não é automática.

O Banco Central avisa que o golpe, por si só, não obriga o banco a devolver o dinheiro e que ele não recupera valores nem decide quem é responsável. Se o banco não resolver, procure o Procon do seu estado ou o Poder Judiciário, ou registre reclamação no Banco Central. Também dá para reclamar no consumidor.gov.br. Veja mais no guia sobre quando o banco tem que devolver o dinheiro do golpe.

Lei

O que diz a lei

  • EstelionatoCódigo Penal, art. 171, caput: obter vantagem ilícita enganando alguém. Pena de reclusão de 1 a 5 anos e multa, na redação atual do Código Penal.
  • Fraude eletrônicaArt. 171, § 2º-A: reclusão de 4 a 8 anos e multa quando a fraude usa informações fornecidas pela vítima, enganada por redes sociais, contatos telefônicos, e-mail fraudulento, duplicação de dispositivo eletrônico ou aplicação de internet (Lei 15.397/2026). O falso suporte pode se encaixar aqui.
  • Vítima idosa ou vulnerávelArt. 171, § 4º: a pena aumenta de 1/3 ao dobro se o crime é cometido contra idoso ou vulnerável (Lei 14.155/2021).
  • Invasão de dispositivoArt. 154-A: invadir dispositivo informático de uso alheio, sem autorização, para obter, adulterar ou destruir dados, ou para instalar vulnerabilidades e obter vantagem ilícita. Pena de reclusão de 1 a 4 anos e multa; com prejuízo econômico, aumenta de 1/3 a 2/3 (§ 2º); se resulta o controle remoto não autorizado do dispositivo, é de 2 a 5 anos e multa (§ 3º). Redação da Lei 14.155/2021. Se o golpista usa a sua senha ou o acesso remoto para entrar na conta ou no aparelho, esse artigo pode valer. Cada caso é analisado.
  • Representação e prazoPara o art. 154-A, a investigação depende, em regra, de representação da vítima, isto é, de dizer que quer o autor processado (art. 154-B), em 6 meses contados do dia em que você soube quem é o autor (art. 103). No boletim de ocorrência, diga que quer a investigação.
  • Registros de quem está por trásMarco Civil da Internet, art. 15: as plataformas guardam os registros de acesso por 6 meses. Pelo art. 22, o juiz pode mandar fornecê-los, se o pedido trouxer indícios do ilícito, a justificativa e o período.

A lei pune quem aplica o golpe. Quem foi enganado pelo falso suporte é vítima, e o boletim de ocorrência com as provas ajuda a polícia a chegar ao responsável.

Não confunda

Falso suporte, falsa central ou mão fantasma?

Os três pedem acesso ou dados. O que muda é quem o golpista finge ser.

  • Falso suporte (este guia)O golpista finge ser o suporte de uma plataforma ou empresa, como rede social, Google, Microsoft, operadora ou loja, e quer a sua conta, o seu código ou o seu aparelho.
  • Falsa centralFinge ser funcionário do banco e quer que você transfira para uma “conta segura”, passe a senha ou entregue o cartão.Guia da falsa central
  • Mão fantasmaUsa um aplicativo de acesso remoto instalado por você para fazer operações no seu celular. Pode começar com um falso suporte.Guia da mão fantasma
Ajuda jurídica

Quando um advogado ajuda e o que ele não resolve

A ajuda jurídica entra depois dos primeiros passos e tem limite. Cada caso depende das provas. Não há resultado garantido.

Um advogado ajuda quando
  • o banco nega o MED ou a devolução e você quer pedir de novo, com fundamento, ou ir à Justiça;
  • o golpista contratou um empréstimo ou abriu uma conta no seu nome e o banco mantém a cobrança;
  • a conta tomada é a sua fonte de renda e a plataforma não responde pelos canais dela;
  • é preciso pedir ao juiz os registros de quem aplicou o golpe.
Um advogado não resolve
  • recuperar a conta no lugar da plataforma: isso segue os canais do próprio serviço;
  • desfazer um Pix sozinho: o MED é pedido no banco e só alcança o saldo que ainda estiver nas contas;
  • identificar o golpista sem os registros das plataformas e uma decisão do juiz;
  • dispensar as primeiras providências, que são suas: senhas, banco e boletim de ocorrência.
Outros casos

Guias relacionados

Atendimento

Se o banco negou ou a conta não voltou: como funciona o atendimento

Cada etapa depende da anterior. Nem todo caso passa por todas elas, e cada caso depende das provas. Não há resultado garantido.

  1. Análise do caso

    Leitura das mensagens, dos prints, dos protocolos e das respostas do banco e da plataforma para definir o caminho.

  2. Pedidos ao banco e à plataforma

    Notificação com fundamento jurídico pedindo a devolução, o cancelamento do que foi contratado ou a recuperação da conta.

  3. Medidas na Justiça

    Quando cabível, pedido ao juiz dos registros de quem aplicou o golpe (Marco Civil da Internet, art. 22) e ação de reparação.

Lucas Karam, advogado de Direito Digital
Quem cuida do caso

Advogado responsável

Lucas Karam é advogado (OAB/BA 56.878) e atua em Direito Digital: golpes e crimes pela internet, remoção de conteúdo, proteção de dados pessoais e contratos de tecnologia. É pós-graduado em Direito Digital e Compliance e tem as certificações CIPM e CDPO/BR, da IAPP, e DPO, da EXIN.

Coordena a pós-graduação Inteligência Artificial para Advogados na EBPOS, é coautor de livros sobre LGPD pela Saraiva Jur e membro da Comissão Especial de Direito Digital da OAB/BA.

Inscrição
OAB/BA 56.878
Formação
Direito (UCSAL), pós-graduação em Direito Digital e Compliance, MBA em Data Protection Officer (IESB) e Gestão de TI (Estácio)
Certificações
CIPM e CDPO/BR (IAPP), DPO (EXIN), Lead Implementer e Auditor Líder ISO/IEC 27701 (ABNT)
Sigilo
Sigilo profissional previsto no Estatuto da Advocacia e, nos processos que envolvem a intimidade, segredo de justiça

Conheça a trajetória de Lucas Karam

Imprensa

Outras entrevistas na imprensa

Entrevistas sobre golpes digitais, segurança do celular e Direito Digital.

  • Lucas Karam entrevistado por TV Globo, Bom Dia DF: Alvo dos criminosos: roubos e furtos de celular no DF

    TV Globo, Bom Dia DF

    Alvo dos criminosos: roubos e furtos de celular no DF

  • Lucas Karam entrevistado por Rádio Antena 1 Salvador, Bahia Notícias no Ar: Golpes no Pix no Carnaval

    Rádio Antena 1 Salvador, Bahia Notícias no Ar

    Golpes no Pix no Carnaval

  • Lucas Karam entrevistado por Band, Jornal da Band: Vazamento de dados de 25 mil chaves Pix

    Band, Jornal da Band

    Vazamento de dados de 25 mil chaves Pix

  • Lucas Karam entrevistado por CNJ: Entrevista como professor e advogado de Direito Digital

    CNJ

    Entrevista como professor e advogado de Direito Digital

Dúvidas

Perguntas frequentes

O que é o golpe do falso suporte técnico?

É o golpe em que alguém se passa pelo suporte de uma plataforma ou empresa, como Instagram, Google, Microsoft, operadora ou loja, para obter um código, uma senha, um pagamento ou a instalação de um aplicativo de acesso remoto, em geral com a desculpa de um problema urgente na sua conta.

Recebi um aviso de violação de direitos autorais ou de que a minha conta será excluída. É verdade?

Desconfie. A Meta diz que mensagens que ameaçam excluir ou banir a conta são sinal de phishing e que o Instagram nunca envia mensagem direta sobre a conta. Não clique no link nem responda. Confira os e-mails recentes e o Status da Conta no aplicativo e denuncie a mensagem.

Já cliquei no link e digitei a minha senha. O que faço?

Troque a senha agora, pelo aplicativo ou pelo site oficial digitado por você, e desconecte os dispositivos que não são seus. Ative a verificação em duas etapas e troque a senha dos outros serviços que usam a mesma. Se não conseguir entrar, use a recuperação oficial do serviço.

Passei o código de verificação. E agora?

Aja como se a conta já tivesse sido tomada. No WhatsApp, reinstale o aplicativo e confirme o seu número com o código de seis dígitos: quem usava a conta é desconectado. No Instagram e no Google, troque a senha, desconecte os aparelhos desconhecidos e use a recuperação oficial. Nunca repasse um código de verificação.

Instalei um aplicativo a pedido do suporte. Como tirar?

Desligue a internet do aparelho, faça os prints e desinstale o aplicativo. Troque as senhas por outro aparelho. No computador, rode uma verificação completa com o antivírus. No celular, veja o passo a passo do guia da mão fantasma.

O falso suporte fez Pix na minha conta. O banco devolve?

Pode ser, mas depende do caso. Peça logo o MED ao seu banco, em até 80 dias. A Súmula 479 do STJ e o art. 14 do Código de Defesa do Consumidor tratam da responsabilidade do banco por fraudes ligadas ao serviço, mas o STJ já disse que ela não é automática. Cada caso depende das provas.

Moro em outro estado. Vocês podem me atender?

Sim. O atendimento é online, para pessoas de todo o Brasil, e os processos na Justiça são eletrônicos. Lucas Karam é inscrito na OAB da Bahia, e a forma de atuar em processos de outros estados é explicada na análise de cada caso.

Informações atualizadas em outubro de 2026.

Atendimento

O banco negou devolver ou você perdeu o acesso à conta?

Se o banco negou o MED ou a devolução, se o golpista contratou um empréstimo no seu nome ou se a conta que ele tomou é a sua fonte de renda, a equipe avalia os caminhos possíveis.

Tenha à mão os prints, os protocolos e o boletim de ocorrência. No primeiro contato, não mande senhas nem códigos, e não instale nenhum aplicativo a pedido de ninguém.

Falar com o escritório no WhatsApp

Resposta no mesmo dia útil, pela equipe do escritório, sob a responsabilidade do advogado Lucas Karam (OAB/BA 56.878). Atendimento online em todo o Brasil, com sigilo profissional. Prefere e-mail? Escreva para contato@lucaskaram.com.br.

Quer saber como o escritório atua nesse tipo de caso? Veja a página do advogado para golpes e fraudes na internet.

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As informações desta página são gerais e não substituem a análise de um caso concreto.

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